11.2.16

poema do Tiago com pronúncia do norte

Efectivamente,
Bem vindo ao passado, aos 16
Vocês, homens temporariamente sós,
O paciente.
(Um chamado) desejo eléctrico,
Dama ou tigre?
Dá fundo à sexta-feira,
Sangue oculto e saliva.
Essa fada, Juliieta Su&sida
Tirana e Ana Lee.
Mais vale nunca a morte ao sol
Dunas ou cais, falha humana!
Pena de morte para os pós modernos,
Quero que vá tudo pro inferno,
Em sete naves com asas (eléctricas).
Motor, nova gente hardcore (1º Escalão).
Sentidos pêsames,
Ao soldado desconhecido, Bellevue.
Sê um GNR
e nunca digas adeus...

ia escrever sobre clichês mas depois lembrei-me que tenho uma apresentação para fazer

Keep your eyes on the stars and your feet on the ground.

10.2.16

Dia de produção...

Já é possível usar várias contas em simultâneo no instagram.

Continuo colada aos podcasts.
De hoje, em modo tropicália a começar com Ton & Sérgio.

quando a chuva cai eu sinto
sinto no meu corpo inteiro
a vontade de ser livre
e sair do cativeiro

09/02

na costa do castelo a caminho do café da garagem à espera de 'um verão de amor'























Terça-feira de carnaval.
Meio dia de trabalho. Meio dia de lazer.
Subida pela Costa do Castelo, para atravessar a Avenida da Liberdade e ir beber café no 39 degraus. Esperar e terminar num verão de amor. Que é como quem diz, Sommarlek do Ingmar Bergman (mais).

6.10.15

5 outubro

Portugal está para acabar
É deixar o cabrão morrer
Sem a pátria para cantar
Sobra um mundo para viver
(...)
Impotência cultural
Nem que fossem 100 Lisboas
Cidadão é animal
(...)
Estou farto de ser fraco
Vou lutar pela desordenação
É hora do boicote
Já não chega a abstenção
(...)
Portugal vai rebentar
É deixar o cabrão sofrer
Sem a pátria para queimar
Há mais tempo para viver
(...)
Eu não sou português
E que se foda Portugal
(...)