26.3.15

[estar no quadrante ii]

Dou por mim a comprar a maior parte dos livros que tenho requisitado na biblioteca.
Compro geralmente em segunda mão, quando os encontro nos alfarrabistas ou online.
Hoje fui entregar um livro que não terminei de ler e ainda não o encontrei.
Logo agora que tinha decidido fazer os exercícios sugeridos e tudo.
Não gosto de deixar as coisas assim a meio.

25.3.15

eu não tenho nenhuma obsessão i

Eu não tenho nenhuma obsessão i Eu não tenho nenhuma obsessão i Eu não tenho nenhuma obsessão i Eu não tenho nenhuma obsessão i Eu não tenho nenhuma obsessão i

Um amigo pediu-me ajuda para encontrar um sofá e eu levei a coisa mesmo à letra.
Ainda por cima, tenho a sorte de morar perto de alguns armazéns e lojas deste género.
Há muito que deixei de lhe enviar fotografias mas continuo a recolhe-las.

Daqui do blog, uma das páginas com mais visitas é onde listo uma série de sítios que vendem de coisas em segunda mão. Tenho que actualiza-la, entretanto descobri mais uma ou outra loja e já visitei todas, as que aí estão.

23.3.15

long walk

Lisboa pelo Rossio Baixa

Fiz quilómetros a pé no sábado e no domingo.
Subi colina, desci colina. Várias vezes.
Nem sempre sozinha. Nem sempre a falar mas a ouvir também.
E com a desculpa de 'tenho que terminar o rolo'.

Comecei a semana com um mood diferente (e com os músculos doridos, é certo).

19.3.15

o pão do vaticano falhado

bolo ou pão do vaticano (nunca sei) bolo ou pão do vaticano

Uma amiga deu-me uma parte da massa do bolo (ou pão) do Vaticano. É uma daquelas correntes (o mais comum até é por email ou por facebook). Nunca alinho em nada disso mas desta vez não consegui dizer não. Até porque queria mesmo fazer um bolo. É simples e é seguir as regras durante seis dias (!),  depois divide-se a massa em quatro, cozinha-se uma parte e oferece-se as outras a três amigos. E por aí adiante até conquistar o mundo todo. Pelo meio, pedes um desejo.

Falhei!
Incrível, não é?
O meu dia é passado numa cozinha em frente a um forno (vá, não só!) e consegui falhar uma coisa tão simples.

Pronto, não correu bem.
Calhou numa semana de mais trabalho na loja.
Não consegui ir logo comprar os ingredientes. Só me apercebi disso na hora de os usar. Ou seja, à noite, pouco antes do dia acabar até.
Em vez de farinha de trigo, coloquei farinha de trigo sarraceno. Em vez de óleo, azeite. Em vez de passas e frutos secos, uma mistura de muitas coisas que tinha cá por casa. Em vez de dividir a massa em quatro, dividi em três. O bolo ficou seco (faltava-lhe o glúten da farinha de trigo) mas comestível. Pior mesmo foi ter-me esquecido a pedir o desejo. Para não influenciar negativamente ninguém, por aqui ficou esta corrente.

[Será que vou ter azar? E durante quantos anos? Se fizer um bolo vulgar e correr bem conseguirei mudar a minha sorte?]

17.3.15

manhãs de sexta-feira

manhãs de sexta-feira manhãs de sexta-feira manhãs de sexta-feira

Por vezes, à sexta-feira chego mais tarde à loja. Aproveito que tenho coisas para fazer pela cidade relacionadas com a doSEMENTE e dou uma volta maior.
Nesta manhã acabei por ir ter com a Francisca, ao Poço de Ideias.
Subi um pouco mais e estive um pouco de conversa com o Filipe na Retrosaria.
Dessa primeira conversa surgiu a motivação para fazer, finalmente a tela do modelo de negócios.
Da segunda conversa, fiquei com vontade de comprar mais uma máquina analógica point and shoot.

12.3.15

'os objectos procuram aqueles que os amam'

Untitled Untitled Untitled Untitled Untitled Untitled Untitled

Fui à Gulbenkian para ver a exposição Modernidades: fotografia brasileira (1940-1964).
Acabei por passar o dia todo a alternar entre o jardim e as restantes exposições.

Uma biblioteca humanista. Os objectos procuram aqueles que os amam.
[Não é tão bom pensar que sim? Gostei muito de saber como cresceu a biblioteca e conhecer a história por trás da aquisição de alguns livros.]

Arshile Gorky e a colecção.

11.3.15

o homem e o trabalho


Devido a uma pesquisa que ando a fazer, encontrei esta colecção da RTP: O Homem e o Trabalho.
Ainda só vi o Fotógrafo Profissional e tem passagens geniais, já para não falar dos conselhos finais aos jovens fotógrafos. Mas só de ler os títulos dos outros episódios dá vontade de os ver todos, de uma ponta à outra (são só quinze também):

Vendedores ambulantes: alternativa de consumo, 1975
As bordadeiras da Madeira, 1978
Operários da noite: a Praça da Ribeira, 1995
Operários da noite: os cacilheiros, 1995
Operários da noite: cantoneiros de Lisboa, 1995
O tanoeiro, 1986
Profissão: portuário..., 1974
Construtor de instrumentos, 1986
O oleiro, 1986
O moleiro, 1986
Fotógrafo profissional, 1987
O campino, 1968
Lisboa: imagens de compra e venda, 1973
Às vezes custa, 1975
Maria do Céu Ferreira - a força da tenacidade, 1976

Já agora, as restantes colecções do arquivo da RTP estão aqui.

10.3.15

#pararparaler

Estar a ler com os pés quase a tocarem no Tejo. #pararparaler Estar a ler com esta luz reflectida no Tejo (até deixar de conseguir focar as letras).

Passei o fim-de-semana como dantes era comum.

Desde que vim para Lisboa que adiava a inscrição nas bibliotecas. É incrível aquilo que adiamos durante tanto tempo, sem qualquer razão (por preguiça? procrastinação?). E é ainda mais incrível, dizer que quero ler um determinado livro e que não me dá jeito compra-lo, quando nas bibliotecas existem três e quatro exemplares, em vários pontos de Lisboa. Enfim!

No fim do ano passado, lá fui eu à biblioteca que fica bem perto da loja. O catálogo online, as reservas e os emails funcionam lindamente. Procuro o livro que quero, envio o email para a minha biblioteca e dois ou três dias depois, recebo a resposta para ir levantar o livro. O que andei a perder!

No sábado, fiquei na doca de Belém até o sol se pôr e deixar de conseguir focar as letras.

Parar para ler

9.3.15

Londres vs. Lisboa

Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa

Foi um challenge accepted entre Londres e Lisboa, por um acaso.
As fotografias da esquerda são de Londres, pelo Tadeu.
As fotografias de direita são minhas, cá por Lisboa.
Todas elas foram tiradas de quinta a domingo.
Umas em jeito de resposta a outras.

Ficam aqui as que mais gostei mas estão todas num álbum.