27.2.15

jardim do torel

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No sábado passado, depois da visita ao cantinho, fui comprar uma pizza e apanhar sol para o Torel.
Fiquei lá até o sol quase desaparecer, a conversar e a dar uso à diana. Desta vez até pinhole experimentei (não ficou nada de jeito).

É engraçado como o Jardim do Torel parece mesmo uma enorme varanda sobre Lisboa.

(Se o meu scanner fosse um scanner fixe e não teimasse em separar os frames a sequência teria sido esta.)

26.2.15

rolos

Há anos e anos que não mandava revelar rolos.
Ontem deixei dois na Fnac (onde se revelam rolos em Lisboa sem ser na Fnac?) e vou buscá-los daqui a pouco.
Um é da máquina descartável que comprei para as férias de verão.
O outro, metade não faço ideia e a outra metade foi do passeio a Peniche e do fim-de-semana.
Há muito tempo que não sentia esta curiosidade. É quase ridículo mas não dá para explicar.

Um link e uma vontade que me têm assaltado o pensamento: às quartas aulas abertas para revelação, no Técnico.

23.2.15

cheguei ao algarve

Caia-se tudo. Caia-se o lar e os degraus. Caia-se sempre. É um delírio de branco.

Sentadas nas esteiras sobre os calcanhares, nas casas forradas de junco ou de palma, fabricam as alcofas, a golpelha em que se transporta a alfarroba e o figo, e as alcofinhas mais pequenas, chamadas alcoviteiras. Ainda há pouco tempo todas usavam cloques e bioco*. O capote, muito amplo e atirado com elegância sobre a cabeça, tornava-as impenetráveis.

(Raul Brandão, Os Pescadores, 1923)


*a ler mais tarde porque agora não consigo largar as últimas páginas do livro:
Proibido usar burka no Algarve no A bem da nação;
Côca, Biuco e Capelo no Trajes de Portugal;
Biôco: a burka à algarvia que acabou por decreto no Observador.

...

Durante quantas horas se consegue ouvir a mesma música sem enjoar?

22.2.15

cantinho do vintage

cantinho do vintage cantinho do vintage cantinho do vintage cantinho do vintage cantinho do vintage cantinho do vintage cantinho do vintage

Que me lembre já fui a duas vendas de garagem (a primeira ainda num espaço bem pequeno no Bairro da Encarnação), visitei o armazém às segundas à noite umas quantas vezes e fui com amigos comprar aparadores e candeeiros, ainda nos Olivais. Há uns meses mudaram-se para um espaço maior, no Poço do Bispo, e agora também estão abertos ao sábado durante o dia.
Cada visita ao Cantinho do Vintage é sempre uma descoberta, mesmo que não haja nenhum objectivo concreto de compra, mesmo que seja só ver.

No site continuam a colocar as novas peças aos domingos à noite e têm organizado mais vendas de garagem (a próxima é já dia 7 de Março). Para não perderem nenhuma novidade, o melhor mesmo é inscreverem-se na newsletter.

E ainda têm uma loja aberta durante a semana, o Mercadinho do Vintage no Saldanha.

para ouvir



E voltar a ouvir e repetir.

19.2.15

varinas de Lisboa

Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa

Nem de propósito, uma exposição sobre as varinas de Lisboa, até 24 de Maio no Museu de Lisboa (antigo Museu da cidade).
Tapeçaria, azulejos, cerâmica, pintura, escultura, postais, fotografias e até uma caderneta de cromos (raças humanas?). Há também um excerto de um documentário, que depois irá passar no São Jorge.

Vão ver que vale bem a pena e a entrada é gratuita.

Ó freguesa, venha cá ver as varinas de Lisboa!

18.2.15

limpeza

Finalmente perdi umas valentes horas e limpei o meu feedly.
Apaguei uma série de blogs (muitos mesmo).
Todos aqueles que não tinham posts nos últimos seis meses.
Outros porque que o assunto já não me interessa mais.
E outros porque mudaram muito e também perderam o interesse.

Agora ali de lado tenho os blogs que espreito com mais regularidade.
São poucos afinal.

Gosto de blogs mas parece que há cada vez menos blogs interessantes.
Ou então não estou a encontra-los.
Vou começar a espreitar os links dos blogs que gosto e as sugestões do feedly.

> a lenta morte dos blogs